Ateck não conseguia mensurar sua missão por que toda sua estrutura ainda não tinha sido projetada.

 

O crescimento a longo prazo gerava uma frustração.


Os autores nos relatam sobre uma implantação do escritório de gerenciamento de projeto em uma empresa de porte médio fundada em 1984 nos EUA, Ateck uma empresa do ramo de computadores em uma transição de amadurecimento organizacional e no mercado, onde visualizava a necessidade de um PMO onde os capacitaria de a gerenciar projetos de forma mais eficiente, os tornando capaz dentro de uma competição crescente sobre o preço e a administração sofria com a pressão de um retorno de cada projeto. 

A Ateck estava acostumada a gerenciar os projetos de forma com produção rápida e de pequeno porte e a rotina de uma cultura sem padrões criava uma resistência no desenvolvimento da empresa com todo crescimento tinha a necessidade de novos processos, boas práticas para uma preparação de aceitação no mercado e capacitação de gerenciamento de grandes projetos com mais complexibilidade. E toda preocupação de Strider era de com todo empenho e implantação os gestores fosse retornando as suas práticas.

Ateck não conseguia mensurar sua missão por que toda sua estrutura ainda não tinha sido projetada, a empresa caminhava para uma necessidade da implantação do PMO, ajustando redução de custos, esclarecer as responsabilidades de cada projeto, aplicar a metodologia, instruir pessoas, implantar gerenciamentos e suporte de ferramentas especificas e mudança de cultura. 

Os autores mencionam a divisão do PMO-pesado e PMO-leve; PMO-pesado direcionado no desenvolvimento de gerenciamento já o PMO-leve direcionado para controle organizacionais existentes. Strider tinha uma grande missão mesmo com toda resistência dos colaboradores implantar processos e padronização consistentes e disciplinados. Contra toda cultura organizacional enraizada nos padrões. Através de treinamentos, aconselhamentos fornecidos pela equipe PMO. 

Com alguns colaborados que apoiaram o PMO apesar do crescimento lento o projeto caminhava, o crescimento a longo prazo gerava uma frustração possibilitando a busca de novas estratégias, mas contudo permaneceu com seus esforços e a linha que todo PMO tem que seguir, iniciação, planejamento, execução, monitoramento, controle e encerramento, onde percebeu que mesmo com o caminhar seria a melhor forma de não agredir a cultura estabelecida e dando abertura até que todos pudessem viver o PMO sem resistência.


Por: Michelle Silva.