Os líderes e gestores a cada dia precisam se agregar nas condições de trabalho, cultura, motivação e metas que direcionem seus colaboradores.
 


Não era quantos ingressos foram vendidos, mas quantas pessoas seriam alcançadas vendo o espetáculo, o efeito que a arte iria produzir em um todo.
No estudo de caso Cirque du Soleil vem potencializando as aplicações de uma gestão em base no reconhecimento de talentos e de uma estrutura em sua arquitetura organizacional dando uma plataforma para todos seus colaborados capacitando o seu desenvolvimento. 

Thomas cita Cirque du Soleil como uma transformação da história circense. Fundada por Guy Laliberté com Daniel Gauthier em 1984, que posteriormente Laliberté comprando a parte do seu sócio Gauthier, pois ele sempre teve em si a essência do circo, usar a particularidade artística como base do Cirque, a resiliência em fazer da arte um grande empreendimento e um grande empreendimento em arte. 

A determinação de Laliberté e Gauthier, tinha o desafio de administrar o artístico dentro de uma gestão, um produto inovador com a essência de um circo, buscando que os artistas, a população e o governo acredita-se em seus ideais, ariscando em cada novo espetáculo absolutamente tudo, fixar o produto dentro e fora de sua área de conforto. 

A globalização o acompanhava desde o início saindo do Canadá em 1987, sem medo de começar do zero ser fosse preciso, esgotou as bilheterias de em Los Angeles com o espetáculo “We reinvente the Circus”, em 1998 abriu sua primeira loja na propriedade do Walt Disney World Resort, na Florida, em 1999 alcançou a multimídia, lançando em 2000 “Journey of Man” distribuída pela Sony Pictures Classics.

A busca para encontrar os artistas, a estrutura para que os artistas pudessem ter aprimoramento de sua qualificação, estrutura de vida onde sua arte se aperfeiçoa e sua qualidade de vida manteasse sempre dispostas a buscar seu desenvolvimento constante. O clima organizacional trazendo benefícios para o crescimento tanto do profissional como para o Cirque. A direção do Cirque nos traspassa neste estudo que sempre deu sua devida importância ao ambiente que cada profissional tinha para desenvolver seu trabalho, uma qualidade de vida onde as mudanças de abrir mão do cotidiano de suas residências fixa e um trabalho, para um mundo de mudanças continua com o menor impacto possível. E por mais intrigante que seja para alguns as vezes até uma redução de salário, mas a busca de um ideal de se acrescentar com o que preenche a alma ou os olhos ou os sonhos. E toda a plataforma criada da arquitetura e clima organizacional sempre resultou a todos a superação de cada colaborador resultando em um grande espetáculo. 

A relação do Cirque com os clientes, tem uma visão de trazer para o cotidiano que o encanto dos espetáculos influencie nas suas vidas a ponto de desafiar cada um a viver intensamente a vida, impactando a ponto de influenciar a outras pessoas do seu convívio onde queiram ver os próximos espetáculos para viver na mesma intensidade.

Não era quantos ingressos foram vendidos, mas quantas pessoas seriam alcançadas vendo o espetáculo, o efeito que a arte iria produzir em um todo.

Nas instalações administrativas também tinha uma arquitetura voltada para que todos se sentissem parte do espetáculo todos podiam ver onde a participação do seu trabalho resultava, de suas instalações eles podiam ver a determinação de cada artista para se preparar para alcançar as expectativas para expor a arte. Mas a grande dificuldade é o equilíbrio entre a arte e a gestão para que todo sonho, toda determinação de tanto tempo perpetue a transbordar vidas, não se estagnasse a essência do risco amando o que está fazendo a ponto de não se importar nos riscos.

Laliberté em toda citação foi um líder de excelência, desenvolvendo nas pessoas a capacidade de se reinventar, direcionando a gestão do conhecimento, fazendo com que todos acreditassem que a realização do Cirque era fundamental para todos e como a gestão de pessoas utilizando suas ferramentas organizacionais é importante dentro de todos os seguimentos.


Por: Michelle Silva.